CRIVO: s.m. Crítica ou prova; avaliação detalhada sobre algo ou alguém de acordo com certos parâmetros: não passou pelo crivo do chefe.
Peneira de fio metálico, de arame, utilizada para separar pedras, migalhas, fragmentos, pedras preciosas.
Coador; filtro metálico, ou construído com outro material, usado para coar líquidos.
Grelha de metal colocada em certas casas com um visor que protege quem observa de dentro para o exterior.
Grelha dos fornos, nos engenhos de açúcar; as barras que compõem essa grelha.
Tipo de bordado feito com agulha de crochê; labirinto.
Artes Gráficas. Tipo de colher vazada, utilizada para separar a sujeira da liga de chumbo, da caldeira das compositoras; escumadeira.(Etm. do latim: cribrum.i)
Aparece a pergunta:
- Você não pode fazer isso! O que o povo vai falar?!
E a resposta:
- Não me importo com o que ninguém pense!
Sinceramente, não sei qual seria a ação mais hipócrita: se a ignorância e dependência de aceitação externa do interrogante, ou a ingenuidade das palavras do questionado.
Me explico:
No primeiro caso está deveras incômoda a preocupação que se tem com o que “o povo” ou “os outros” vão pensar. Quantas pessoas não deixam de fazer o que querem pelo medo que têm da opinião “dos outros”? Quantas não abdicam de suas maiores vontades, porque “os outros” podem pensar mal a respeito delas? E assim por diante…
No segundo caso, ninguém é totalmente imune às críticas do “povo”, por mais independentes que fossemos, somos seres nascidos pra sociedade. Aposto que você é um tipo de pessoa pensativa, que quer fazer as pessoas ao seu redor felizes, e naturalmente quer que elas pensem bem de você. Espere... Não há nada de errado com isto, faz parte da nossa inteligência emocional querer que as pessoas pensem bem de nós, é uma coisa boa.
A insegurança e a segurança, são duas faces da mesma moeda: As pessoas que afirmam a sua “segurança” não aboliram a sua insegurança. Elas simplesmente aprendem (no melhor dos casos) a redirecionar a atenção para os seus pontos fortes ao invés das suas fraquezas. A nossa configuração cerebral está programada para acionar emoções opostas, por termos uma, não nos tornamos incapazes de sentir a outra. O que importa aqui reter, é que você ativa um determinado sentimento dependendo de onde foca a sua atenção. É semelhante à coragem e ao medo.
Se você vive constantemente preocupado com o que os amigos, familiares, colegas, ou até mesmo estranhos na rua podem pensar de você, isso significa que você está desperdiçando uma grande quantidade de energia se preocupando (e provavelmente reprimindo seus reais objetivos)
Citação: “A coragem não é a ausência de medo, mas a decisão de que uma outra coisa é mais importante.” – Ambrose Redmoon
A verdade, porém é que eu não somos o centro do universo. A "maioria" das pessoas ao redor estão na verdade muito ocupadas cuidando de suas próprias vidas para ficar cuidando da sua.
Be happy!
- Não me importo com o que ninguém pense!
Sinceramente, não sei qual seria a ação mais hipócrita: se a ignorância e dependência de aceitação externa do interrogante, ou a ingenuidade das palavras do questionado.
Me explico:
No primeiro caso está deveras incômoda a preocupação que se tem com o que “o povo” ou “os outros” vão pensar. Quantas pessoas não deixam de fazer o que querem pelo medo que têm da opinião “dos outros”? Quantas não abdicam de suas maiores vontades, porque “os outros” podem pensar mal a respeito delas? E assim por diante…
No segundo caso, ninguém é totalmente imune às críticas do “povo”, por mais independentes que fossemos, somos seres nascidos pra sociedade. Aposto que você é um tipo de pessoa pensativa, que quer fazer as pessoas ao seu redor felizes, e naturalmente quer que elas pensem bem de você. Espere... Não há nada de errado com isto, faz parte da nossa inteligência emocional querer que as pessoas pensem bem de nós, é uma coisa boa.
A insegurança e a segurança, são duas faces da mesma moeda: As pessoas que afirmam a sua “segurança” não aboliram a sua insegurança. Elas simplesmente aprendem (no melhor dos casos) a redirecionar a atenção para os seus pontos fortes ao invés das suas fraquezas. A nossa configuração cerebral está programada para acionar emoções opostas, por termos uma, não nos tornamos incapazes de sentir a outra. O que importa aqui reter, é que você ativa um determinado sentimento dependendo de onde foca a sua atenção. É semelhante à coragem e ao medo.
Se você vive constantemente preocupado com o que os amigos, familiares, colegas, ou até mesmo estranhos na rua podem pensar de você, isso significa que você está desperdiçando uma grande quantidade de energia se preocupando (e provavelmente reprimindo seus reais objetivos)
Citação: “A coragem não é a ausência de medo, mas a decisão de que uma outra coisa é mais importante.” – Ambrose Redmoon
A verdade, porém é que eu não somos o centro do universo. A "maioria" das pessoas ao redor estão na verdade muito ocupadas cuidando de suas próprias vidas para ficar cuidando da sua.
Be happy!

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